Alasca

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Аляска
Bandeira do Аляска
Bandeira do Alasca
Brasão do Аляска
Brasão do Alasca
Lema What am I doing here?
Apelido The USA's own Acre
Gentílico alascou-se
Localização
Localização do Аляска
Capital Juno
Maior cidade Mercadão de Caranguejos Gigantes
Estados limítrofes Polo Norte
Características geográficas
Área Igual Mississippi
População 1 723 336,57 km² de gelo hab. 2011 IBGE
Densidade 0,02 hab/km² (sem contar os ursos)
Clima encolher pinto de tanto frio


Cquote1.png O Alaska não existe... a entrada para o Alaska é um vortíce dimensional!!!! Cquote2.png
Americanos sobre Alaska
Cquote1.png Essa piadinha idiota de novo... só porque ficamos no norte e somos distantes dos grandes centros do país não significa que não existamos!!!!! Cquote2.png
habitante do Alaska (bem que essa reação foi um tanto familiar)
Cquote1.png Será que tem algum sorveteiro aqui? Cquote2.png
Turismo no Alasca
Cquote1.png LOS EEUU TROCARON EL ALASCA POR UN OSO POLAR! Cquote2.png
Evo Morales sobre Alasca
Cquote1.png Dá pra ver a Rússia do quintal de casa! Cquote2.png
Sarah Palin sobre Alasca
Cquote1.png Praia? Cquote2.png
Carla Perez no jogo do programa Sílvio Santos após a dica Alasca
Cquote1.png Porquê a missão tinha que ser aqui, porra? Por que eu não mato uns soviéticos na floresta que nem meu pai fez? Cquote2.png
Solid Snake sobre Shadow Moses

Alasca é uma tentativa frustrada dos Estados Unidos em copiar o Acre do Brasil. Trata-se, todavia, de um pedaço muito grande de gelo negro, no mundo só não maior que a Groenlândia e a Antártida. Atualmente é considerado um dos pontos estratégicos mais importantes do mundo sendo conectado por uma linha pontilhada com Vladivostok, de onde os japoneses até atacaram certa vez em 1943. Por isso se muitos exércitos forem colocados em Vladivostok e se houver um pacto com a América do Sul, a América do Norte é dominada num piscar de olhos, por isso é de extrema importância deixar o Alasca entupido de bases militares, o que os norte-americanos sabem fazer muito bem. A sua capital é uma aldeia esquimó chamada de Juneau, mas a maior cidade é um grande Mercadão de Caranguejos Gigantes.

História[editar]

O Alasca é considerado por muitos professores de geografia como o primeiro local da América no qual o homem chegou. Nessas aulas sem graça sempre somos ensinados que, para fugir dos gulags soviéticos, várias tribos indígenas (que ao vestirem grossos casacos tornam-se esquimós) fugiram da Sibéria e de Vladivostok, refugiando-se num local isolado no qual nenhum czar poderia encontrá-los, o atual território do Alasca! Eles chegaram ao Alasca por mar remando com seus caiaques, evitando icebergs é claro. Como sabemos, os esquimós mais sábios, percebendo que nenhum ser humano nasceu para viver sob condições tão adversas, caminharam para um local mais confortável ao sul, surgindo o Império Asteca. Aqueles mais lesados, porém, continuaram caminhando mais ainda, estes são índios tupis e afins que passariam séculos fazendo porra nenhuma na Amazônia, sem construir uma nau sequer. Os poucos índios mais preguiçosos (não os baianos) que insistiram em ficar no Alasca rapidamente se adaptaram ao clima hostil da região e a ausência de tecnologia, eles construíram seus iglus e começaram a matar focas e mamutes para se alimentar (inclusive extinguindo o segundo) além de aprenderem a utilizar lobos como meio de transporte treinado. Esses esquimós viveram assim felizes por muitos anos até que os europeus chegaram e os transformaram todos em seus escravos.

Entre os primeiros europeus a chegar ao Alasca havia Vitus Bering (que assumiu um nome romano porque tinha preguiça de aprender o russo), um dinamarquês gordinho que explorou por conta própria os confins do Império Russo, afinal ele sofria de Pequeneza Peniana Crônica, um problema que muitas vezes afeta o psicológico gerando falta de confiança e de macheza, e com esse seu passatempo de visitar locais inóspitos e frios, ele podia sempre usar a desculpa clássica "ah, é que está muito frio!" (em dinamarquês). Na noite anterior no seu posto partida em Yakutsk, totalmente bêbado de vodka, Bering aposta com Dmitri que atravessaria o estreito com um trenó puxado por cinquenta chihuahuas e chegando no dia seguinte do desafio, logo no primeiro estalar de chicote nove chihuahuas morreram de susto, imediatamente após vinte e seis outros morrerem devido ao esforço em puxar o trenó e os demais sucumbiram 5 minutos depois devido ao frio escruciante. Derrotado na aposta mas ainda curioso sobre o que poderia existir naquele estreito, Vitus Bering agora aluga um trenó com Huskys Siberianos, conseguindo assim atravessar a camada temporária de gelo que havia surgido naquele estreito ainda sem nome, que decidiu chamar com o seu sobrenome. Chegando no Alasca, Bering construiu uma cerca e reivindicou a terra em nome do czar Paulo I da Rússia. Depois disso ele imediatamente abriu uma lojinha muito rentável de peles de urso polar, os nativos agora finalmente tinham um passatempo, poderiam caçar animais e esfolá-los, embora pouco tempo depois os russos exterminariam os nativos e tomariam deles todas as peles, sem pagar. Isto criou uma pequena inimizade entre colonizadores russos e nativos remanescentes, resolvido graças ao trabalho árduo de missionários ortodoxos, que convenceram os povos esquimós locais a doarem a pele valiosa espontaneamente, caso contrário a ira da Bruxa de Salem cairia sobre eles.

Sua primeira colônia foi Juneau, local da lojinha de peles de Bering. Os britânicos, porém, decidiram fundar uma cidade no extremo norte da província chamado Barrow, em homenagem a uma jovem atraente de cabelos verde-aurora-boreal que salvou a comitiva de diversos desastres em sua pesquisa inútil rumo ao Polo Norte. Entre estas duas cidades de Juneau e Barrow, havia muitos obstáculos, tais como lagos congelados, montanhas, ursos polares famintos, fiordes escarpados e até mesmo vulcões, as isso não impediu que os russos conquistassem Barrow em 1853 durante a Guerra do Ópio.

O cheque que comprou o Alasca.

O Alasca pertenceu ao Império da Rússia por alguns anos mais, mas como a Rússia era um país subdesenvolvido e continua sendo com seus feudos, o seu líder Alexandre II, el Bigodon trocou a região do atual Alasca com os Estados Unidos em 1867, assim como o Acre foi trocado por um jegue com a Bolívia. As negociações duraram seis dias nas quais inicialmente, o czar atolado em dívidas do jogo do bicho e temendo pela vida completamente desesperado por dinheiro, pediu uma bagatela de 24 dinares e um urso polar empalhado, muito embora a negociação tenha terminado com o então Secretário de Estado Norte-Americano, William H. Seward, após dar todo o melhor de si, conseguindo comprar uma terra inóspita por sete milhões de dólares e o urso-polar. O que foi inicialmente definido como "loucura de Seward" muitos anos depois provou-se ter sido um grande negócio para os norte-americanos, por várias razões, como o fato de que logo em 1898 seria descoberto ouro no Alasca e que o cheque dado ao czar era do Banco Bamerindus e o russo teve algumas dificuldades para descontá-lo.

Agora sob administração estadunidense e com ouro descoberto, a proximidade com Klondike promoveu o crescimento das primeiras cidades e as primeiras estradas com conexão para Yukon começaram a surgir, permitindo assim que History Channel saturasse sua grade horário mostrando a vida dos caminhoneiros nessas estradas. A mais famosa sem dúvida é a Alaska Highway, a única estrada do mundo de um país localizada em outro país que tem nome de outro país, pois é uma estrada dos EUA que fica no Canadá no estado de Colúmnbia Britânica, e esta obra faraônica ocupa o terceiro lugar no ranking internacional de "coisas que a humanidade não deveria ter feito", perdendo apenas para a Copa do Mundo no Brasil e a Transamazônica.

Logo veio a abolição da escravatura, para que os nativos passassem a trabalhar mais avidamente nas minas de ouro agora por um salário digno de 1 dólar, mas essa corrida maluca por ouro não duraria muito, pois logo o ouro acabaria e o Alasca voltaria ao seu estado de abandono. Após seu abandono, o Alasca começou a criar um monte de parques nacionais e tentar ter como fonte de renda a exportação de xarope de almíscar de alces.

Um ponto de virada na importância do Alasca veio na Segunda Guerra Mundial, quando as ilhas Aleutas foram ocupadas por otakus, mais especificamente as ilhas de Attu, Agattu e Kiska. Os otakus alegaram que chegaram ali por engano, achando que era o nome de algum anime novo, mas essa justificativa não evitou o agravamento de uma grande crise de relações internacionais que terminou com os Estados Unidos jogando duas bombas atômicas no Japão, afinal, Harry S. Truman um homem de família e respeitoso sabia muito bem já naquela época como essas porcarias fazem mal para o cérebro e deixam as pessoas retardadas, defendendo sua pátria e o Alasca. Durante a Batalha do Alasca, 1 esquimó foi morto e 500 otakus pereceram, o esquimó suicidou-se ao assistir os fillers de Naruto, e os otakus esqueceram de levar suco Gummy para resistir ao frio, também morrendo todos de hipotermia.

Reconhecendo a bravura do povo alasquiano, em 3 de janeiro de 1959 é concedido ao Alasca à honra de ser considerado o 49º estado dos Estados Unidos. As motivações de tal ato continuam obscuras, mas cientistas políticos e historiadores são unânimes em concordar que uma das principais motivações era sempre obrigar a todo mapa dos Estados Unidos fazer um recorte enorme na lateral para mostrar o Alasca, que nos mapas não parece tão inútil assim.

Geografia[editar]

Foto aérea do Alasca tirada pelo satélite franco-argentino Brasilsat B5

No Alasca encontra-se o extremo do mundo, pode reparar em todo mapa mundi não há mais nada depois deste estado. O Alasca, assim como o Acre, teoricamente não existe sendo portanto um estado fictício pertencente ao Canadá aos Estados Unidos, está localizado entre o Canada e a União Soviética no Estreito de Magalhães, ninguém mora lá pois é mais frio que o Polo Norte.

Por ser um estado vazio e repleto de gelo, na falta do que fazer com tantos hectares, o estado tem os mais vastos parques nacionais dos Estados Unidos, sendo dois deles até reconhecidos pela UNESCO como enormes vastos espaços vazios de gelo e ursos polares esparsos, o Parque Nacional e Reserva de Wrangell-St. Elias e o Parque Nacional e Reserva da Baía Glacier.

Economia[editar]

O Alasca, nos dias atuais, é uma importante fonte de gelo para as bebidas das redes de lanchonetes americanas, além de vender galinhas para os Estados Unidos, sendo estas as atividades responsáveis por 90,1% do seu PIB. A segunda maior fatia, de 2,9%, corresponde ao turismo de cientistas e o Alasca é o fornecedor mundial de giz. Além disso ele é o estado desunido dos Estados Unidos.

Política[editar]

Ex-governadora do Alasca, negociando a fronteira com os russos.

O sistema político do Alasca é a idiocracia. Neste sistema a parte dos demais 49 estados, todos os anos os dezesseis cidadãos que optam por votar mesmo sendo facultativo e feriado estadual se juntam e escolhem uma pessoa absolutamente inepta para liderá-los. E quando essa pessoa eleita demonstra claramente que não pode desempenhar as suas funções de chefe executivo do estado, os cidadãos ficam bêbados e vão pescar caranguejo, forçando aqueles que são corruptos e renunciarem por perceber que não há nada para ser roubado dali.

Na política, o estado do Alasca tornou-se particularmente notório em 2006 quando tornou-se o primeiro estado dos Estados Unidos a eleger como governadora uma Milf, a Sarah Palin.

Cultura[editar]

É comum na vida do alascano brincar de cego: Uma brincadeira na qual dois participantes se armam com estacas e quem furar mais vezes o olho do outro ganha um pinguim morto.

Turismo[editar]

A economia do Alasca gira em torno do fato de que, por algum motivo misterioso, as pessoas querem visitá-lo. Muitas vezes idosos confusos, esses turistas vagam pelas ruas de várias das "cidades" do Alasca, desinformadamente procurando por pinguins. É um dever desagradável para todos os alascanicanos fazer com que esses idiotas indesejáveis se sintam em casa, porque então eles gastarão dinheiro em bugigangas inúteis para seus entes queridos, alimentando assim a economia local com algo diferente que não seja pescar salmão e caranguejo (o Greenpeace também acha que esses turistas também são uma importante fonte de alimento para os ursos-polares). Os turistas canadenses em particular sofrem de uma alta taxa de mortalidade ao visitar o Alasca, muito devido à falta de compreensão da diferença entre milhas por hora e quilômetros por hora no velocímetro dos trenós, causando muitos acidentes.

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América
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