Bêbado Zumbi

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Cquote1.svg Você quis dizer: homem todo machucado, alcoolizado e cagado? Cquote2.svg
Google sobre Bêbado Zumbi
Cquote1.png Experimente também: homem com o eixo de gravidade deslocado Cquote2.png
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Bêbado Zumbi foi o nome dado um episódio sobre dois destinos que se cruzaram. O primeiro vitima de um azar muito grande, e o segundo de sorte, muita sorte.

É muito azar para um homem só[editar]

Um zumbi, mas não se sabe o estado alcoólico deste.

Arivaldo Marques depois de uma semana cheia na universidade resolveu dar uma relaxada na praia da Pajussara. Ele colocou sua melhor camiseta, sua melhor bermuda, seu melhor tênis, e é claro sua melhor cueca (afinal ele era um dos maiores pegadores do campus, e o bom pegador não anda de cueca velha), e lá foi ele para um dos lugares mais lindos do Brasil (ele sabia que ali era o point).

Era alta madrugada. Aquela não tinha sido uma boa noite. Arivaldo não pegou ninguém, mas seu azar estava só começando. Ele já tinha tomado todas quando foi abordado por um elemento que começou a conversar com ele e a seguir começou a roubá-lo. O bandido levou tudo. Carteira, relógio, camiseta, tênis. E quando ele achou que o bandido iria refrescá-lo, o bandido pediu a bermuda e o deixou só de cuecas.

Bom, aquela não era sua noite de sorte, mas afinal o que mais podia acontecer, pensou Arivaldo. Pois piorou. O bandido começou a meter a porrada em Arivaldo.

Quando finalmente conseguiu se libertar de seu algoz, Arivaldo seguiu seu caminho. Todo escangotado, devido as pancadas que levou, não andou nem 50 metros e o camarão que comeu começou a fazer efeito. Veio aquela vontade de soltar um pum. Ora, o que era um peido para quem estava naquela situação, pensou Arivaldo. Ele então libertou os gases, mas aquela não era a noite de sorte do estudante e junto com o peido veio o barro que lhe encheu a cueca que ele colocou com tanto carinho na esperança de pegar uma gata na praia.

Sem roupas, ensangüentado, e todo cagado lá vinha Arivaldo Marques pela calçada. Seu único consolo era saber que já era madrugada e não tinha ninguém na rua. Mas desgraça pouca é bobagem. O infeliz topa no meio do nada com um daqueles repórteres de programas sensacionalistas.

E foi num carro da polícia e com um repórter sensacionalista dando toda sua ficha em cadeia nacional que terminava a pior noite de Arivaldo.

É muita sorte para um homem só[editar]

Aroldo José, repórter do Plantão Alagoas, tinha sido mandado para cobrir a noite em Maceió. A noite estava tranqüila, o que para um repórter sensacionalista é sinal de muito azar. Já era alta madrugada. Nem um assassinato tinha acontecido. Nem mesmo uma briga de travesti tinha acontecido.

Aroldo José já se preparava para ir embora e levar uma puta mijada do seu chefe por não conseguir nenhuma reportagem digna do programa.

Foi quando no meio da escuridão aparece uma figura estranha. E o que era aquilo? Era um homem todo escangotado. Ao se aproximar, a constatação de furo. O homem estava só de cuecas. E o que era melhor. Ele estava todo machucado. Tinha apanhado tanto que seu centro de gravidade tinha se deslocado do eixo.

O repórter preparou uma música macabra e começou a narrar a aproximação do bêbado. Contando todos os detalhes do que estava vendo. E quando o rapaz passou por ele, a confirmação que ele estava diante do santo graal do sensacionalismo, o cara estava todo cagado.

O repórter chamou a polícia. Conseguiu os dados do rapaz e fechou sua reportagem com chave de ouro dando todos os detalhes do rapaz “Arivaldo Marques, da cidade de Palmeiras dos Índios, estudante que mora sozinho no bairro da Serraria”.

"Este esboço é uma Silmaril. Faça ele mais forte
antes que Morgoth o conquiste."