Desnotícias:Espanha precisa de gol cagado para derrotar o Irã

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KAZIN, Terra da Vodka - Arena do Kazin

Um jogo com cara de 0x0 foi estragado por mais um gol cagado e pela presença do VAR (sim, pior que até isso o VAR consegue estragar). A Espanha abate o touro... ou melhor, a zebra, e derrota o Irã com um gol de bate-rebate. A seleção do Irã veio para o jogo disposto a vencê-lo por 0x0, tanto é que manteve a formação bem sucedida da primeira rodada, quando derrotou o Marrocos com o esquema 11-0-0 (formação esta que, diga-se de passagem, está fazendo sucesso nessa Copa do Mundo em vários outros clubes). Já a Espanha parece que veio com a tática errada, desejando jogar futebol com bastante toque de bola, sem ninguém para agredir ou trombar. Nem mesmo o Sergio Ramos estava quebrando a perna de iranianos; no máximo chegou e agrediu "acidentalmente" o juiz, e foi o trombador Diego Costa o responsável por achar lá no segundo tempo o gol da vitória espanhola.

Primeiro tempo[editar]

De uniforme vermelho, vemos toda a aplicação tática do esquema defensivo iraniano.

Enquanto o catado iraniano fundava uma colônia do Irã na pequena área da própria defesa, os espanhóis acamparam no campo adversário. Com exceção do frangueiro, o time espanhol inteiro aquecia com um enfadonho toque de bola no campo alheio antes do início do jogo, que na prática só teve 25 minutos. Ali foi estabelecido um Tratado de Tordesilhas que ditava o limite do campo do Irã e dizia que os iranianos não poderiam passar da metade de seu próprio campo.

O Irã surpreendeu a todos ao exibir que sabe jogar futebol, ficando 45 minutos sem tomar gol (e os 90 minutos totais sem tomar goleada). É bem verdade que os iranianos não deram um ataque sequer durante todo o primeiro tempo, mas o técnico português Carlos Queiroz foi bem claro ao armar um time que só vai querer empatar por 0x0 (e foi incompetente até para conseguir isso).

Para conseguir manter esse sonhado 0x0, o Irã fazia porra nenhuma. Afinal, para garantir esse resultado, o primeiro passo é não atacar para não sofrer um contra-ataque por arriscar marcar gols, e depois lotar a área de zagueiros para ver os espanhóis mandarem bicudas para as arquibancadas. Foi assim que o primeiro tempo acabou: um 0x0 bem retrancado e do jeito que os iranianos queriam.

Segundo tempo[editar]

A Espanha voltou para o segundo tempo com a mesma formação tática do primeiro tempo, que é atacar sem efetividade. E o Irã também não se modificou e continuou sem ao menos fazer um ataque sequer.

Coube a Diego Costa, aos 9 minutos do segundo tempo, fazer um gol de joelhada de bate-rebate ao ir trombando com dois defensores iranianos. Foi um gol ao melhor estilo "jogador sergipano" (origem que a Globo gosta de ressaltar a todo momento, embora ele seja inteligente e demonstre visivelmente que tá cagando para o Brasil e suas origens).

Um gol iraniano até veio aos 17 minutos de jogo, com uma bola levantada na área e Ezatolahi chutando de qualquer jeito para as redes, comprovando que a zaga espanhola é mesmo uma merda. Aqueles foram os 27 segundos mais felizes da vida de Ezatolahi, até que o VAR decidiu anular o gol, porque seria um absurdo um time tão ruim fazer um gol tão exageradamente na cagada assim após não ter dado nenhum ataque o jogo inteiro.

Se fazer um gol já é missão difícil pro Irã, fazer um segundo então era impossível, então o jogo ficou definido já por ali mesmo. Aos 25 minutos houve até um curioso lance de porradobol na pequena área do Irã e lá no finzinho da partida o marido da Shakira ganhou uma caneta de um fã iraniano e só, mas nada que pudesse empolgar essa partida que terminou com vitória espanhola.


Fontes[editar]