O Estado de São Paulo

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ESTE ARTIGO ESTÁ SOB CENSURA HÁ 133.407 DIAS. A FAMÍLIA SARNEY NÃO APROVA ESTE ARTIGO

Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Salve, truta! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!

Cquote1.svg Você quis dizer: Censurado Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Contra tudo e contra todos Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Ditadão Cquote2.svg
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Cquote1.png Pode não! Cquote2.png
Fernando Sarney sobre Estadão publicar dados sobre ele
Cquote1.png É o Amazonas! Cquote2.png
Carla Perez sobre Estadão
Cquote1.png Heil, Hitler! Cquote2.png
Capa do Estadão durante vinte dias caso Hitler ressuscitasse e viesse a disputar o segundo turno de uma eleição contra o candidato do PT. O texto ocuparia apenas a parte logo abaixo da logomarca do jornal, enquanto a capa inteira seria ocupada por um texto em forma de suástica

O brasão do Estadão, símbolo de tradição.
Ô Loco, meu! Olha que estadão!

O Estado de São Paulo, também conhecido pelo codinome de Estadão, é um jornal conhecido pelo seu grande peso (pseudo)informativo. Sua principal característica é o fato de se posicionar contra tudo e contra todos. Mesmo. O jornal é contra a direita, contra a esquerda, contra o meio, contra Deus, contra o Capeta, contra o Papa, contra os católicos, contra os evangélicos, contra os judeus, contra os islâmicos, contra o capitalismo, contra o socialismo, contra o Hugo Chavez, contra o Dunga, contra o Corinthians, contra o Palmeiras, contra o PT, contra o PSDB, contra o Lula, contra o José Serra, contra a Folha de São Paulo e contra ele mesmo.

O jornal começou a circular há uma caralhada de anos assim que os portugueses chegaram ao Brasil. À época, o jornal já pertencia ao clã dos Mesquita e já se posicionava contra à catequização dos indígenas e contra a colonização do Brasil. De lá pra cá, o jornal nunca saiu das mãos da família. Para entender a sua história, bastar saber a história do Brasil. Ele era contra Pedro Álvares Cabral, contra o regime de capitanias hereditárias, contra a oligarquia agrária, contra a mineração, contra Dom Pedro I, contra Dom Pedro II, contra os cafeicultores paulistas, contra a monarquia, contra o movimento republicano, contra a industrialização do Brasil, contra a imprensa brasileira, contra a escravidão, contra a abolição da escravidão, contra Getúlio Vargas, contra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, contra Hitler, contra os americanos, contra a Ditadura Militar, contra o Pelé, contra as Diretas Já, contra o MST, contra a estatização da Petrobras e contra a privatização da Petrobras. O Estadão também contrariou as Olimpíadas de 2016 no Rio e a Copa de 2014, assim como as eleições de 2018, com o infame editorial Uma Escolha Muito Difícil.

A família Mesquita[editar]

Mesquita.

Há muitas especulações sobre os donos do Jornal. A mais verossímil (apesar de contestada pelos prórpios) é que os Mesquita são um ramo dissidente da gloriosa família Sarney. Eles governavam juntos o Estado do Maranhão, dividindo o poder. Porém, um belo dia José Sarney encontrou Júlio de Mesquita na cama com sua mulher. Para não ter o membro decepado, Mesquita teve de fugir para São Paulo, o que fez amuentar seu ódio pelo rival. Chegando a SP ele fundou o Jornal, porém Sarney, como aval de Roberto Marinho (já dono do Brasil), impôs uma rigorosa censura.

Mesquita trabalhando duro na redação do jornal.

Seu filho, Júlio de Mesquita Filho, foi criado num ambiente hostil, com o pai obcecado pela vingança. Foi por isso que começou a fazer merda cometer atitudes contestáveis desde cedo, se tornando um dos maiores malas da história do País. Dentre as cagadas realizadas, ajudou a fundar o maior antro de maconheiros do país, a USP. Como punição, teve seu nome dado à universidade com o maior número de vagabundos do universo, a fedida Unesp.

Produção do Jornal[editar]

Os Mesquita também são contra tecnologia. Até há pouco tempo, o jornal era publicado em pedra e entregue a cavalo. Hoje em dia já podem ser vistas algumas máquinas de escrever na redação do jornal, apesar de a maioria de seus funcionários não saber usá-las. Os editores passam horas e horas discutindo sobre como eles vão contrariar todo mundo. Eles não sabem mais se são conservadores ou liberais. São contra o aborto num dia, no outro são a favor. Passam o dia inteiro dando um tapa na pantera na redação, mas depois criticam a venda de crack no centro de São Paulo. Nas páginas do jornal, você tem de fazer um esforço danado para achar algo semelhante a uma notícia. Por que o que tem de propaganda nesse jornal! É uma vergonha!.