Goiás (cidade)

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Cquote1.png Deve ser um lugarzinho de merda no fim do mundo, ou no interior, lugar de caipira Cquote2.png
Dedução sobre o que seria Goiás Velho
Cquote1.png Tentou copiar mas não conseguiu Cquote2.png
Turista comparando Goiás com Pirenópolis
Cquote1.png Nunca nem vi Cquote2.png
Meme sobre Goiás
Cquote1.png Você chama isso de um município, pra mim deve ser só mato Cquote2.png
Paulista sobre essa merda

O município de Goiás, antigo Arraial de Sant´anna que também é a antiga Vila Boa antiga Goyaz, é um município brasileiro que fica no estado de Goiás, sendo a antiga capital do estado e hoje apenas um vilarejo totalmente esquecido que ninguém fala dele. Conhecida carinhosamente por Goiás Velho (ou Goyáz Véi) o município está localizado na profundidade de um imenso buraco, tendo em um dos lados a magnífica Serra Dourada (que não é o estádio). Este município é arquirrival do grande Feudo de Pirenópolis, insistindo em ter tantas belezas naturais quanto o município rival, esquecendo-se que, para tanto, é preciso preservar os cursos d´água, tão raras e escassas na antiga Vila Boa, seja pela peculiaridade do solo, seja pela falta de cultura ambiental de seu povo ou burrice mesmo.

História[editar]

Igreja da Boa Morte, especializada em unção dos enfermos. Toda vez que morre um Vilaboense que se acha importante (Caiado, Jardim, Morais, Curado, Veiga...), badalam os sinos da Igreja. Os Silvas nem são lembrados. 99,1 % das peças e relíquias dentro da Igreja foram roubada de Pirenópolis, e 0,9% de demais cidades do estado, como os tocheiros de prata de Traíras.

Bartolomeu Bueno da Silva fundaria, em 1727, o Arraial de Sant'Anna a primeira cidade do Brasil que todos podiam falar "Caraca, isso fica longe pra cacete!". A cidade não durou muito sob domínio dos portugueses, pois os bandeirantes, primeiros habitantes de Goiás, perderam uma batalha para a Nação Goiá, uma tribo indígena exímia em técnicas de camuflagem e manuseio de arco e flecha. Durante muito tempo Goiás foi a capital do Reino Separatista Tupi-Guarani de Goiá.

Com a criação da Capitania de Goiás e o sumiço repentino dos índios que talvez tenham sido abduzidos por alienígenas ou simplesmente morrido numa epidemia de gripe comum, os portugueses retomaram o controle da vila de Goiás. No Rio de Janeiro os condes locais tiraram pedra-papel-tesoura e o azarado que ficou incumbido de ir para o tal Goiás foi um tal de Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos. Ele até tentou fazer uma catimba para não ir, alegando que a capital deveria ter sido criada em Pirenópolis e que mataram o conde anterior que ia instalar a capital lá, mas não conseguiu isso e assim ele apareceu em Goiás 15 anos depois para governá-lo.

Durante o seu governo, Conde dos Arcos serviu-se de grandes arquitetos para empreender a construção da vila; dentre eles Regis Adorno, a quem coube o ministério do cerrado. Sua gestão foi marcada pela perseguição e quase extinção desse bioma, sobretudo na região próxima a Ouro Fino. É tributado a este ministro a transformação do antigo, exuberante e caudaloso Rio Vermelho ao atual filete d´água que míngua no centro da cidade.

Durante o século XIX, o Arraial de Santanna foi sede de exército, abrigando um quartel de valorosos homens. No final do século XIX, tais homens marcharam rumo à tríplice fronteira a fim de combater na Guerra do Paraguai porque era melhor estar numa guerra fedorenta e sanguinária do que isolado no meio do mato que ninguém sabia onde fica. Historiadores nunca relataram a presença de tais homens e especula-se que toda tropa ficou todo o tempo de guerra acampada no topo da Serra Dourada, na tentativa de derrubar a Pedra Goiana, entre um e outro cachimbo da paz. Dentre eles, destacam-se os soldados Fleury, Curado, Veiga, Jardim, Caiado, Alencastro e Ramos. No dia 1 de abril de 1875, cinco anos depois de terminada a grande Guerra, aqueles homens retornam ao Arraial de Santanna sendo recebidos como heróis da pátria. A cada um coube um título honorífico e um quinhão de terras, hoje conhecido como Centro Histórico, além de uma pensão vitalícia estendida aos herdeiros de centésima geração.

Ainda hoje os descendentes dos valorosos soldados topo-serranos ainda orgulham-se dos feitos de seus antepassados, mantendo uma confraria de oligarcas, com sede no Centro Histórico da cidade. Seus descendentes, no temor de que algum Silva ingressasse na confraria, redigiram uma regra em que os casamentos só seriam permitidos entre membros da mesma família, em raras exceções permitiriam junção de Ramos e Caiados. De tal genofobia resultou os grandes notáveis da cidade, conhecida pela grande incidência de deficientes mentais, resultado de tanto incesto.

Como os antigos soldados fracassaram na tentativa de derrubar a Pedra Goiana, restou aos seus herdeiros completar a "missão". A 11 de julho de 1965, coube a um grupo de noiados cabeças-de-bagre a colocação de dinamite na base da pedra, implodindo-a definitivamente. Hoje, restam apenas ilustrações e poucas fotografias daquilo que a natureza levou centenas de milênios para construir e, agora, jaz destruída pela estupidez humana.

Os negros não tiveram a mesma sorte dos índios abduzidos. Muitos escravos foram mantidos em condições sub-humanas nos antigos casebres pobres "do outro lado do rio". Como a antiga oligarquia estava concentrada ao redor do Coreto e da Igreja de Sant´anna, os negros trataram logo de organizar-se em comunidades e construíram a sua igreja, a Igreja dos Pretos, feita em madeira humilde como a manjedoura do Cristo. Durante décadas, a Igreja dos Pretos foi palco de grandes eventos políticos e festividades, tornando-se um lugar de união e alegria para os escravos, ficando conhecido como terreiro do Rosário.

No entanto, os oligarcas perceberam que a Igreja dos Pretos poderia representar um perigo para os poderosos e, por isso, trataram logo de demolir tal Igreja, construindo no lugar a atual Igreja do Rosário, em formato neogótico moderno e europeu, em consonância com o estilo da oligarquia local. Os negros foram expulsos das proximidades da Igreja do Rosário e tal lugar passou a ocupar também a sede da Justiça (Fórum).

Depois que criaram Goiânia, a cidade dos piores motoristas de carro do mundo, Goiás perdeu seu último resquício de reconhecimento nacional e não viu outra saída a não ser ceder o título de capital de estado e entrar na decadência. Todavia, com o tombamento da cidade pelo IPHAN que só sabe roubar, destruir e acabar com o patrimônio Histórico e Cultural, Goiás acabou sendo reconhecida pela UNESCO, não se sabe direito porque.

Geografia[editar]

A cidade é altamente desconhecida porque qualquer pesquisa sobre "Goiás" vai automaticamente trazer resultados apenas do estado como um todo, as pessoas nem sabem que existe uma cidade chamada "Goiás", afinal nem capital é. A única informação disponibilizada é que se trata de uma cidade longe pra caramba.

Existe uma lenda no município de Goiás que diz que suas ex-minas de ouro tem ligação direta com Quito, quem contou isso foram os pescadores da cidade. O Indiana Jones na procura por El Dourado investigou Goiás e encontrou algumas pistas.

Economia[editar]

Turismo[editar]

Goiás insiste em investir apenas no turismo cultural. Ao contrário das demais cidades do interior de Goiás que veem rios de dinheiro chegar ao fazer os carnavais com a maior quantidade de putaria possível, além de festas aleatórias também com foco exclusivo em putaria, sugando o dinheiro de brasilienses, o município de Goiás ainda em sua ingenuidade acha que igrejas velhas, casebres velhos e museus velhos vão atrair alguma pessoa.

O guia turístico cultural do município inclui visitas a vários museus, todos vazios ou com pratos, porcelanas e essas coisas irrisórias, tudo roubado de Pirenópolis, Corumbá de Goiás ou alguma outra cidade antiga do Estado. Ainda é possível se ter ideia de como eram as fachadas de casas e edifícios públicos nos séculos passados pois aparentemente o IPHAN proibiu reformas neles. Somente as fachadas, já que o restante foi demolido com autorização da Salma Saddi Superintendente do IPHAN em Goiás, mafiosa e filha da cidade. Há também várias igrejas e mosteiros onde os padres vivem com suas mulheres e filhos onde as peças mais notáveis das igrejas foram trazidas pelos invejosos vilaboenses de igrejas demolidas em Pirenópolis.

Cultura[editar]

Atividades culturais são a marca do município de Goiás, como urinar nos muros da catedral, a qual por muito tempo foi mal cuidada pelo bispo fundador do MST Dom Tomás no Cuzinho.

A Festa do Divino é marcada por falcatruas e brigas entre o povo e a Diocese. Até já deram soco na cara de padre por dizer que o Divino antes de se tornar pomba era Marxista. Neste dia é escolhido o Imperador, que manda na cidade por 1 ano, manda mais que o juiz e a prefeita comunista. Dizem que esta festa vai acabar em 10 anos. Dizem que tentam copiar a Festa do Divino de Pirenópolis, mas desistiram deste plano quando acabaram as cavalhadas ainda no início do século XX.

Há ainda o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental - FICA, um cinema amador, mas o único cinema em todo estado de Goiás. O FICA era realizado pelo Estado, mas aí o Marloni Perino deu um limpa no caixa, e os moradores de Goiás tiveram que quebrar os cofrinhos pra bancar a festa. O município de Goiás também é campeão no quesito siglas mais ridículas GOGO. Já o carnaval é fantástico. Sai ano, entra ano, e o carro alegórico do dragão com maçarico na boca tá lá.

O Município de Goiás conta ainda com as famosas escolas Espaço Cultural Vila Esperança e Quilombinho que ensinam a arte de ser analfabeto, pobre, eleitor do PT e viver para contar.

Ainda há no município o Grupo de Capoeira Meninos de Angola formado pela comunidade angolana na cidade. Eles treinam capoeira o dia inteiro e servem de policiais e xerifes da cidade, assim como guardas de trânsito.

A cidade conta com programas de integração social como o Cia Express'arte um nome chic demais para a merda que é esse troço. Esse programa consiste em integrar garotos pobres (a cidade inteira) fazendo com que eles ao invés de estudar fiquem jogando basquete de rua e fazendo pichações.

Religião[editar]

50% da população acredita na religião fundada por Dom Tomás Balduíno, que é baseada na crença que sua fazenda pode ser minha, 35% em crenças indígenas, 10% são evangélicos e 2 % no ateísmo, 1.98 % são espíritas e apenas 0.2% são Católicos.

Há celebrações religiosas como a Festa dos Passos, que é organizada pela desirmandade dos desunidos dus Passos, onde um pseudo Coral formado por velhas gagas e gagás e pessoas metidas a cantores cantam mesmo sem saber algumas músicas em latim, que foram copiadas de um velho pergaminho em Jaraguá, e quando feito a cópia em Goiás, tiraram na sorte e colocaram o nome de alguém da cidade como compositor e até hoje tem pessoas que acreditam.

Ninguém entende nada do que se canta porque a orquestra toca muito alto e desafinada, o que faz que só da pra escutar o PAAAAAAAAAAATERRRRRRRRR que é suprimido pelo toque do sino dos Passos, ainda bem que quando toca o sino tampa o povo cantando, poderiam ir á Pirenópolis para aprender a cantar tais músicas, mas o o orgulho não deixa. Depois, botam o santo pesado a ufa na cacunda e saem desfilando pelas ruas da cidade ao som das marchas fúnebres desafinadamente tocada pela Banda da PM. O desfile do santo, que poderia ser encurtado se passasse pela ponte do Carmo, dá uma volta que aumenta em 10 vezes o "modafóck" percurso, que serve para esfregar na cara da Diocese de Goiás quem manda na Igreja e na cidade, e se os padres da Teologia da Libertação da diocese não celebrar a Missa, os irmãos celebram.

No dia seguinte, tem a "Prussição" do desencontro. Nela os desencontrados irmãos e outros curiosos que se diz irmão e aparecem de ano em ano, se encontram na porta da catedral para uma festa e quando já estão bêbados elegem a nova diretoria apoiada pelo bispo TL e padres ateus. Aliás, ainda sobre a desirmandade dos Passos, dizem que foi fundada por um padre espanhol, e é a mais antiga do estado sendo criada em 1745. Só esqueceram que a desirmandade do Santíssimo de Pirenópolis é atuante desde 1728, usam terno e gravata sobre a roupa vermelha, diferente dos hermanos dos Passos que parecem mendigos com balandraus maus passados que usam sobre camisa regata...

Entre as atividades mais famosas há a Procissão do Fogaréu que consiste em tocar fogo em pessoas que não tem sobrenome (Caiado, Veiga, Jardim...) e que, para salvar-se a própria pele, precisam sair correndo pelas ruas da cidade até chegar no riacho e assim sobreviver. Os trajes dos farricocos (soldados que atiram fogo nas pessoas) são inspirados nos trajes da seita Ku Klux Klan, desejando atingir os mesmos objetivos: expurgar uma raça julgada inferior.

Lazer[editar]

A melhor opção de lazer da cidade é ficar sentado sozinho e em silêncio, aos domingos, em algum bar ao redor da praça central, observando o tropeçar dos pedestres nas ruas de pedra, sobretudo as meninas desavisadas que visitam a cidade com sapatos de imensos saltos.