Gurgel

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Corcovado.jpg Ordem para os pobres, progresso para os ricos.

Oxe, venha cá, este artigo da porra vem do Brasil! Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela dificuldade de atendimento médico.


Mafiapre.jpg Esse artigo tá pro crime!
Este artigo fala sobre um bando, uma quadrilha ou sobre um criminoso qualquer. Ele usa de sua influência nas forças armadas para praticar crimes numa boa e não paga impostos, pois é protegido pelo governo. Tem boa convivência com os populares, frequenta estádios de futebol apenas para fazer baderna e tem supostas ligações com a máfia.

Gurgel fecha com o bonde!

LadrãoIdiota.gif
Gurgel faliu!
Cows1.jpg Nem o Bill Gates quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.

Gurgel transparente! Alta resistência a impactos laterais
Um Gurgel submarino

Cquote1.png Você quis dizer: Triciclo agrícola Cquote2.png
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Cquote1.png A minha fábrica é muitonacional Cquote2.png
João Gurgel sobre Gurgel
Cquote1.png Estou muito feliz com meu Cagajás Cquote2.png
Tarcísio Meira sobre Gurgel

Gurgel é o sobrenome próprio da referida família (antiga) dona da Corporação Gurgel. Recentemente, aproveitando-se de uma caguetada da mesma, a marca foi registrada por um pilantra empresário do interior paulista. Leia abaixo a história da Gurgel.

Início[editar]

A Gurgel é uma fábrica fundada pelas indústrias C.F.F.P.E.S.S.I (Carros Feios Feitos Para Encher o Seu Saco, Idiota), com o objetivo de se fingir de nacional para conseguir o incentivo do regime anticomunista antidemocrático altamente popular que vigorava no país e ampliar o seu domínio na América Latina. Os modelos foram lançados na Semana de Arte Medonha de 1922, com o lançamento inicial do modelo X-10 (alusão a um dos arquivos denominados "x".

Um Gurgel ecologicamente correto

O modelo já chegou abafando, porque vinha com vários itens de série como selectration, um revolucionário sistema que em caso de você ficar preso num atoleiro, ele te tira dele pra te jogar num outro. Outro item era o dispositivo de feiura automático que tinha como objetivo criar um campo de energia negativa de feiura em torno do carro e manter longe ladrões, mas como consequência deixava todas as mulheres longe, explicando o fato de proprietários de Gurgel não arrumarem namoradas quando estão dentro deles. Isso prova a eficiência do dispositivo. Durante a maior parte da sua existência, a Gurgel produziu carros próprios para levar as pessoas para a lama e pro mato, mas em 1985 a Gurgel mudou o foco, porque viu que seu plano de domínio na América Latina estava muito lento e praticamente só fazia efeito no Caribe. Assim, lançou o CAGA-JÁ: um veículo grande, pois tinha a capacidade estendida, para levar mais gente simultaneamente. Como o Brasil estava atrasado anos luz em relação aos outros países de globo, os "itens de luxo" do carro incluíam: quatro portas para facilitar a entrada da lama, teto solar, com o mesmo objetivo. Possuía radar e rastreador para levá-lo mais rápido à lama. Internamente possuía um tubo no assoalho que objetivava tornar a viagem do passageiro do meio extremamente desagradável e cansativa. Ele tinha pouca área de visibilidade pois o radar facilitava muito. Foi um sucesso, pois o povo brasileiro nunca tinha visto tanto luxo num carro só.

Mais alta tecnologia num automóvel de quatro

Porém, cansada de esperar, a Gurgel começou a terceira fase do plano de expansão que tinha como objetivo dominar o meio urbano. Lançou o BR-666, um carro cujo o projeto foi roubado do próprio capeta, incluía dispositivo de encapsulamento que comprimia as pessoas que o guiavam, vidros corrediços para otimizar o calor intenso no interior, motor espacialmente desenvolvido pela Gurgel com objetivo de maximizar a lentidão no trânsito. Porém, o governo brasileiro rompeu com décadas de incentivo ao domínio da Gurgel e resolveu permitir a entrada de carros melhores e mais bonitos no Brasil. Isso atrapalhou os planos da marca, que resolveu investir pesado no projeto de um novo carro: o Super-Merda.

O Super-Merda era praticamente igual ao BR-666, mais com o dispositivo de feiura consideravelmente menos potente. Isso resolveu o problema por mais ou menos 6 meses, 660 meses antes do previsto. Quando as vendas desabaram e a gurgel viu seu maravilhoso plano de domínio esfacelar-se.

A Gurgel tentou retomar o plano de expansão com o Super-Bosta, numa tentativa de levar o Brasil pra lama de novo, usando de visual OFF-ROAD, mas as indústrias C.F.F.P.E.S.S.I resolveram abandonar seus planos na América Latina e concentrar-se no continente africano. Sem o incentivo do governo e das indústrias C.F.F.P.E.S.S.I a Gurgel fechou as portas em 1996 encerrando quase 6 décadas de domínio implacável sobre o mercado brasileiro.

Renascimento[editar]

Aproveitando a caguetada da antiga Gurgel, Paulo Lemos iniciou a compra da marca, enfatizando: "entrarei para a história, relançando o SUPERMERDA e vou ocupar um nicho de mercado pouco explorado pelas montadoras". Um outro veículo, que também está a ser relançado, custará a bagatela de 40 pau (isso mesmo! 40 pau numa carroça motorizada igualzinha ao que se fabricava antes).

Modelos[editar]

Prótótipo Gurgel X15, de primeiro carro voador
  • CHAXERE - Carro com dispostivo de feiura automomática, desenvolvido para todos os carros.
  • XEF - Carro que quer ser chefe, aliás, um Mercedes.
  • BR-666 - Primeiro carro da série que originou SUPERMERDA E SUPERBOSTA.
  • SUPERMERDA - Modelo mais avançado em relação ao BR-666.
  • SUPERBOSTA - Modelo mais equipado em relação ao Supermerda.
  • TA-01 - Após uns 8 anos fora do mercado, voltou em 2004 com essa carroça motorizada.