Ford Mustang

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Pessoal da Chevrolet sobre Ford Mustang
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Fã poser de Supernatural sobre Ford Mustang
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KITT sobre Ford Mustang
Cquote1.png Carrão da porra, tu pisava ele voava, tu freava ele ancorava e eu lá dentro a me debater! Cquote2.png
Raimundos sobre Ford Mustang

Nota: Não confundir com Shelby GT500

A Chevrolet estava ganhando rios de dinheiro com o Corvette, um projeto nazista roubado deles que originalmente se chamava “Korvette”, então, no meio da Guerra Fria, a Ford resolve forder a Chevrolet num ato de patriotismo, com um projeto 100% original e americano, sem nada nazista nem vermelho, e o batiza de FORD MUSTANG, que até que é um projeto falho dentro da proposta: se é um carro 100% americano, por que copiaram um símbolo de um carro italiano, cazzo? Até onde se sabe, o cavalo, símbolo dos 2 carros foi criado pra Ferrari, pra mostrar a frustração de Enzo Ferrari por nunca ter sido um jóquei. Trata-se de um Muscle Car, em outras palavras, carro de macho, veloz e muito ruim de curva. Também existe a versão genérica do carro, chamada Shelby GT500, que só ficou famoso porque interpretou o KITT no FAIL que foi o o remake de Super Máquina, onde todo mundo viu só porque achavam Deana Russo, Sidney Tamia Portier e Smith Cho muito gostosas.

A História:[editar]

1ª Geração:[editar]

O começo de tudo
O começo do Shelby Mustang GT 500 também

Tudo começou após a Ford ficar fordida após o fracasso do Fordismo. E precisavam de algo pra que a empresa voltasse ao normal. Encontraram um nicho na concorrência, que tinha roubado um projeto nazista nos anos 50.Num gesto patriótico, responderam com um carro que devia ser 100% yankee pra poder reaver a credibilidade da companhia, que sofria com represálias, já que víamos um racismo nas estradas americanas: todfo mundo de saco cheio de pilotar carro preto, marca #1 da montadora. Assim, criaram o Mustang, mas, muito mais preocupados em acabar com a “Fórmula Ferrari” nas 24 Horas de Le Mans, então, o carro não teve participação de Henry Ford III, que estava conspirando com Carroll Shelby pro Golpe de Estado em Le Mans. Sem o dono da companhia, seria meio complicado. Mas, mesmo assim, conseguiram construir um carro BBB: bom, bonito e barato, assim lucrando muito e fazendo os caras da Chevrolet entrarem em pânico, com a ascensão de um novo rival na disputa pra ver qual carro seria mais comum nas estradas. A 1ª geração tinha 260 cv, pros padrões da época, pilotar um carro assim era algo absurdo, insano e suicida. Pelo menos o carro vendeu.

2ª Geração:[editar]

Vamos economizar! Fecharam a bica do petróleo!

Nessa época, Henry Ford III se exilou envergonhado em algum canto do mundo após perder as 24 Horas de Le Mans de 1970 pra Porsche, então, outro assumiu a companhia, e, esse cara viu que os punks estavam destruindo os Mustangs que viam na rua. Desesperado com a situação, tinha que fazer algo: enquanto elaborava o Pós-Fordismo pra ajudar ainda mais a limpar a barra deles, dá a ideia de reconstruírem todos os Mustangs, mas, achou que isso seria Fordismo, então, criou a 2ª geração, inicialmente, como um gesto de caridade, reembolsando aqueles que tiveram seus carros destruídos pelos desordeiros que tocavam o terror nas ruas. Todos ganharam carros novos, e alguns deram a ideia de que produzissem esse carro em massa, pra que, pessoas que nunca puderam ter um Mustang ou porque não tinham idade pra dirigir, ou por serem pobres nos anos 60 ou por ambos os motivos. Assim, produzem o carro, visando economia, já que a Crise do Petróleo estava lá pra trollar as indústrias automobilísticas. Ou seja, diminuíram o carro pra ninguém se ferrar, exceto no motor, já que, quem quer um Muscle Car, quer potência, e ainda se deram bem já que a concorrência se ferrou com medinho da crise.

3ª Geração:[editar]

A Ford fica meio constrangida ao se lembrar dessa época

Como americano é um bicho FDP que só sabe economizar em casos supremos, viram que podiam voltar a gastas compulsoriamente depois do fim da Crise do Petróleo. Assim, voltaram a criar carros sem limite de produção, de consumo, de velocidade, de torque e de donos. Pra divulgar o carro, chamaram os tais caras que tinham uma chance, desbancando os caras legais, segundo a música dos Smashing Pumpkins pra fazerem a propaganda e a divulgação massiva mundial. A Ford já estava visando de fato os anos 80, com um modelo quadrado, extravagante e feio, porém, como a concorrência tinha carros mais feios ainda, eles deram sorte. Visando bolsos diferentes, copmeçaram a fazer várias vertentes do carro: L (Lindo), GL (Gays e Lésbicas, ou seja, a versão GLS), GLX (Grande LiXo, o modelo mais fraco, ideal pros pobres que nunca poderiam comprar as versõs mais completas), GT (Gran Turismo, se bem que não fez muita coisa nas corridas), GT Turbo (vide GT), SVO (Super Vovô Overdrive, pra 3ª idade), Cobra (pra caçadores de cobras) e R Cobra (Pro Cobra). Como manda a lógica, a 3ª geração foi mais potente que a 2ª

4ª Geração:[editar]

Um carro que ficou 1,5 década a venda. Já era hora de renovar. Já estavam de saco cheio do Mustang mais feio da história, e resolveram reinventar seu desenho, dessa vfez pra fazer o mais bonito de todos os tempos. Começou lerdo e pesado, fazendo de 0 a 100 em 5 minutos no Método Akira Toriyama de cronologia, mas, depois de ver a merda que fizeram, resolveram melhorar o carro com os anos, criando uma Super Máquina (não, ainda não. Foi o genérico que virou na 5ª geração), e vendendo mais que o Corvette, que estava tomando coça nas corridas na Europa nos anos 90. Pelo menos o Mustang ficou quieto na dele nessa década. Após a virada da década e do milênio, a Ford temia que os Mustangs dessa geração fossem afetados pelo Bug do Milênio, assim, criando personalidades próprias e destruindo o mundo, algo parecido com o que se vê em Transformers. Quanto aos antigos, eles tinham certeza de que daria merda, mas, como os carros eram fracos, não seria ameaça. A década e o milênio viraram e todos os seus temores não aconteceram. Foram fazendo mais alguns carros até perder a graça e finalmente continuar o legado. Nessa 4ª geração, foi inaugurado o modelo SVT (Super Vovô Tarado), pros senhores que vão a baladas a procura de menininhas que classificam as pessoas pelos seus carros.

5ª Geração:[editar]

Resolveram iniciar a 5ª geração nos 40 anos de idade do carro, mas, nada do que foi antigo seria reeditado, pra desespero dos pobres, na esperança de que comprariam um Mustang por menos de US$3000. Após a desilusão dos pobres, a 5ª geração começou a ser lançada, com todas as suas vertentes. Pra mostrar que seria um carro de rico, só o teto de vidro custava quase o preço da 1ª geração em seu lançamento (mas, em compensação, vinha grátis um MP3 Player com a música “Teto de Vidro”, da deliciosa Pitty, incluido. Muitos yankees que podiam compraram o carro já com o teto de vidro só pra ganhar o MP3 com a música citada. Vendo uma boa forma de lucro, a parceria Ford/Shelby é reeditada, mas, dessa vez pra fazer um carro pra estrada, e não pra dominar o mundo Le Mans: pegaram um Mustang batido por um barbeiro e o fundiram com um cobra também batido, culminando no Shelby GT500, que, essa sim, seria uma Super Máquina, sendo o coitado carro que seria o novo KITT (até porque o Trans-Am estava muito atrasado. Mas, sua produção foi interrompida com Ford e Shelby envergonhados pelo FAIL que o remake da citada série foi. Assim, só a Ford resolveu continuar a produção de Mustangs, e, até hoje, continua sendo feito e salvando a Ford da falência após a merda que deu em 2008.

Na Mídia:[editar]

No filme Transformers, um Saleen Mustang S281 Extreme aparece como um carro policial que na verdade é um Decepticon fodão chamado Barricade, que luta com o Chevrolet Camaro Autobot Bumblebbe e incrivelmente perde. Trágico. Como yankees preferem carros internacionais em séries e filmes, ele quase nunca foi notado: é um carro comumente rachado visto em filmes de racha, rachando mesmo. Na música, Colbie Caillat nunca tinha contado que tinha um Mustang.

Galeria[editar]