Paulinia, A Terra Poluída

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Nota: Este artigo fala especificamente da cidade de Paulínia, para outros significados, consulte Paulínia (desambiguação)


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Image27.gif Este artigo está poluído!

Pegue uma máscara de oxigênio e uma garrafa vazia
para carregar ar. COF! COF! COF!


Carroca1.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


Wikisplode.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Paulínia.
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Betel.

Cquote1.png Acho que sua fábrica vai tomar uma multa ambiental... salvo uma pequena contribuição de Natal... Cquote2.png
Fiscal ignorado sobre Paulínia
Cquote1.png Paulínia Poluida!Paulínia Poluida! Cquote2.png
Smoners, banda punk sobre Paulínia
Cquote1.png Cof cof cof Cquote2.png
Qualquer um sobre Paulínia
Cquote1.png Só com o vento a favor que fede. Pode comprar sossegado Cquote2.png
Corretor de Imóveis sobre Paulínia
Cquote1.png Essa cidade me deu muitos problemas,ela estava poluindo todo o globo terrestre.Ainda bem que eu consegui fazer uma barreira com a ajuda do Mestre Yoda,para salvar Sumaré Cquote2.png
Chuck Norris sobre Paulinia
Cquote1.png U-lá-lá, mon cher! Cquote2.png
Pauline Bonaparte sobre Paulínia
Cquote1.png Na União Soviética a poluição respira você. Cquote2.png
Reversal Russa sobre Paulínia
Cquote1.png Oh não! Meu pau tá se desintegrando... Cquote2.png
Roger Abdelmassih depois de estuprar mulher de Paulínia
Cquote1.png As ruas tem cheiro de gasolina e óleo diesel... Cquote2.png
Dinho Ouro Preto após visitar Paulínia
Cquote1.png Morro Alto é a base, Paulínia é o cenário, da tropa periférica do Estado de São Paulo. Cquote2.png
Dois Éllis, maloqueiro paulinense, em uma de suas rimas.
Cquote1.png Morro Alto, Leonor, São José e Bom Retiro representam a função de Paulínia sem martírio. Cquote2.png
Outro nóia sobre os bairros de Paulínia.
Cquote1.png O fato de eles terem feito o filme aqui em Paulínia, longe ‘pra dedel’ de qualquer centro urbano, quase na roça, é realmente para desencorajar a pirataria? Cquote2.png
Rafael Cortez sobre o lançamento do filme Tropa de Elite 2 em Paulínia.

Vista aérea de Paulínia, em um de seus dias comuns
Localidade Caipira e Poluicional de Paulínia.
Brasão de Paulínia.jpg
Símbolo Atual
Localização Brasil, Região de oposição a Campinas.
Línguas Oficiais Caipirês, Poluiguês (não confunda com Poluigays, a língua de Cubatão), Pobreguês e Petrolês.
Prefeito Todos os que souber roubar. Atualmente Pavão.
População 84.544, mas com estimativas de crescimento para os próximos, devido ao aumento de nordestinos migrantes.
Área Total Do fim da Unibambi até o começo do nada.
Gentílico Paulinense, Cardíaco, Fumante, Leigo.
Economia 40% Produtos industrializados, 40% Drogas de alto valor (ou não), 20% Resultado de desvios
Vizinhos Cidades: Campinas, Sumaré, Americana
Favelas: Maria Antônia, Cosmópolis
Terras de ninguém: Nova Odessa, Jaguariúna, Holambra
Territórios indefinidos: Barão Geraldo, Marieta Dian, Jequitibás, Recanto das Águas
Favelas internas Morro Alto, Jardim Leonor, Vila Nunes, Jardim Amélia, Parque Jequitibá
Lixo Brasão de Paulínia em alta definição e resolução

Paulínia, buraco da morte e capital de São Paulo, é uma das cidades mais poluídas do Brasil. A vigilância ambiental (Companhia para o Emprego Temporário de Engenheiros Semi-Burocratas) adora Paulínia porque pode propinar a vontade ameaçando multar as indústrias químicas poluidoras da região.

A atmosfera de Paulínia é rica em agentes poluentes como ozônio, gás carbônico, óxidos de enxofre, marofa, cannabis sativa, mutum e cheiro de cecê. Paulínia sofre de efeito estufa, chuva ácida, buraco na Camada de Ozônio, buraco nas contas públicas e todos os males ambientais que se possam imaginar.

Paulínia é uma cidade de muito emprego, se você não ligar de morrer aos trinta anos. O pólo petroquímico, além de poluição, emprega quem quiser ser empregado e não tema mutação de seus descendentes.

A cidade também possui muitas coisas interessantes, como um prefeito ladrão eleito pelo povo, uma merda de time de futebol e muitos balões.

Grandes realizações

Empresas como a Petrossauro, Desista, Du Cazzo, Horrhódia, Bruxa de BlAir Liquide, Bann-Bann e Pedrita Química pagam toneladas de impostos para a prefeitura de Paulínia. O principal emprego destes impostos pelos prefeitos é construir praças e avenidas faraônicas em lugares ermos que ninguém passa, dignas de fazer Maluf morrer de inveja.

Famosas em Paulínia são os portais da cidade. O portão dos soldadinhos de chumbo GLS, o portal futurista azul emo e o portal do castelinho. Famoso é o portal das treliças enferrujadas, grande criação de aranhas de design do alcaide paulinense, na estrada de Barão Geraldo, cujo único intuito da obra semi-acabada é fazer motoristas e caminhoneiros capotarem por excesso de velocidade (melhor que lombadas, disseram a Dersa e o Dnit!).

Os governantes de Paulínia têm um gosto especial por construir rotatórias. Também chamadas balões, talvez pelo desejo municipal de voar, essa ruas circulares podem ser encontradas em todos os cruzamentos da cidade e servem para você ficar tonto e bater na próxima avenida.

História

A maligna Pauline Bonaparte medita os termos de seu divórcio...

Pauline Bonaparte, irmã de Napoleão Bonaparte, grande puta da corte francesa do primeiro Império, fora contratado pelo impiedoso Barão Geraldo para se divertir nas noites campineiras, já que o Barão, afinal, não curtia o sistema GLS de Campinas, transmitindo essa característica ao seu distrito.

Entretanto, o Barão não andou na linha. Começou a ter encontros com campineiros e frequentava muito o Jardim Itatinga. Mesmo depois de muitas ameaças de Pauline, ele continuou a cometer esses deslizes morais e ainda começou a se ausentar por muito tempo de casa. Dizia que Pauline não podia fazer nada.

Pauline, contudo, tinha ótimos aDEvogados. Juntando diversas cartas de amor e testemunho dos escravos da Senzala, pediu divórcio do Barão Geraldo. O caso foi julgado pelo Juiz Lalau, que na época no tribunal sentava a frente da Vara da Família (e adorava). Dando ganho de causa a Pauline, o juiz determinou que metade das terras que o Barão Geraldo havia roubado aos índios Guarani (Que cairam para a segunda divisão) fossem para Pauline.

Pauline fundou Paulínia, em homenagem a si mesma. Como vingança contra o ex-marido, abriu a cidade para a montagem de indústrias químicas, para que a poluição destruísse os canaviais do Barão Geraldo. A vingança deu certo. Hoje Paulínia é uma cidade enquanto Barão Geraldo é apenas um subúrbio universitário de Campinas. Paulínia não é grandes coisas como cidade, mas dá para descolar um empreguinho na prefeitura...

Após a emancipação, muitos nordestinos foram atraídos pelas indústrias poluidoras, o que acabou transformando a cidade na segunda maior colônia forrozera do Brasil. Grande parte desse pessoal é do Piauí, por isso é muito comum você ouvir conversas do tipo "meu painho vai me buscar no crube, óhh mainha". Além dos nordestinos, Paulínia recebeu grande contigente de assaltantes e traficantes, que se dirigiram para bairros como São José, Bom Retiro e Morro Alto.

Controvérsia sobre a origem do nome

A versão mais aceita do significado do nome Paulínia é a que diz que a madame Pauline Bonaparte batizou a cidade em homenagem a si mesma, mas há outras versões, menos confiáveis.

Uma delas diz que o nome foi dado por um traficante chamado Pedro Paulo, que começara a dominar a região de Sumaré. Ele teria conquistado todas as terras a oeste de Barão Geraldo e criado um verdadeiro império da maconha. O seu amigo Paulo Eduardo sugeriu batizar o local com o nome Paulinis, que significava em Manês arcaico "Paulo é nóis". O nome acabou sofrendo uma modificação e virou Paulínia.

Outra versão interessante diz que quando os bandeirantes se desviaram da Rodovia dos Bandeirantes e cairam nessa região, viram dois paus socados no chão e unidos por uma linha. Alguém gritou pau, e outra pessoa, de origem italiana ou espanhola, gritou línea. Por isso até hoje há quem escreve Paulínea ao invés de Paulínia (inclusive em livros didáticos). Infelizmente esta versão está caindo em descrédito, pois o último que a defendeu veemente morreu degolado por uma linha de pipa.

Geografia

Vista panorâmica de Paulínia.

Bairros

Bem vindo ao São José.

Paulínia possui uma grande diversidade de paisagens e pessoas entre os seus diversos bairros. Um exemplo claro de que as características predominantes na cidade não são encontradas em todos os bairros é o caso do João Aranha, que possui características de Campinas. Já bairros como o Cooperlotes e o São José se assemelham à Zona Leste de São Paulo. E por falar em zonas, Paulínia também têm as suas. Tratam-se das zonas Norte, Sul, Leste e Oeste, além do centro. Na zona Norte há uma grande diversidade de tipos e gostos, enquanto na zona Sul há um predomínio dos seres sulantes, que se assemelham à portugueses, loiras e itaquerenses ao mesmo tempo. As zonas Leste (Betel) e Oeste (Parque da Represa) são muito insignificantes, caracterizando-se por serem umas roças com ruas de terras.

João Aranha
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: João Aranha (Paulínia)

É o bairro mais extrínseco de Paulínia. Surgido por volta de 1 milhão de anos a.C, o bairro foi colonizado por franceses, campineiros, gaúchos, sãopaulinos e emos. Desde então, tornou-se o maior símbolo do movimento gay na cidade de Paulínia. Posteriormente sua população ajudou a fundar outro bairro, chamado Alto de Pinheiros, que depois de ondas migratórias de bairros próximos, como o Leonor e o Morro Alto, tornou-se um bairro misto, onde pode-se encontrar desde putas, travestis a traficantes perigosos, assassinos e drogados em geral.

O bairro possui muitos pontos de interesse turístico (ou não), como, por exemplo, as praças Nossa Senhora Aparecida, reduto de bêbados mendigos (não acredite quando um playboy metido a rico se gabando de morar no João Aranha fale sobre como é o seu bairro) e eventualmente travestis rodando a bolsinha. (eles preferem ir rodar a bolsinha na Avenida João Aranha, que na verdade fica no Alto de Pinheiros, pois lá tem mais movimento.

São José
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: São José (Paulínia)

Em habitat de bandido tiro vai tiro vem, tiro para... Perigo lá vem tiro É, poucos sabem, mas quando Tribo da Periferia fez esse trecho da música Prosa de Malandro, se referia ao São José. Lá, diferentemente de outros bairros, onde a bandidagem protege a sua área, ocorre muitos assaltos praticados por pobres moradores do Marieta Dian (bairro tão fudido que seus moradores nem sabem em que cidade moram) e até do próprio bairro. As dorgas rolam solta em toda a esquina e os traficantes do São José iniciam a carreira geralmente aos 10 anos de idade.

As ruas do bairro viram rios quando chove, e isso é uma das maiores diversões das pessoas, que não dispõe de teatros com h's ou mesmo algum pequeno estabelecimento decente para comer fora. Nas praças do bairro rola muita cerva, erva, farinha e roleta russa, e graças ao fornecimento de entorpecentes para outras regiões, o bairro possuí um relativo desenvolvimento. Está no pico numérico de população, com 12 mil maloqueiros (isso no São José I, pois no São José II o IBGE ainda não conseguiu chegar, e nos Campos do Conde I e II, condomínios de semi-luxo, os recenseadores foram informados que estavam no João Aranha).

Jardim Leonor

Esse é o reduto dos pobres caloteiros sem tetos da cidade. A grande maioria das casas ocupadas foram alvo de invasão por parte de sem tetos, que não foram incomodados pela prefeitura depois disso. A maconha come solta nas três partes do bairro, e é muito fácil encontrar vadias pelas ruas, que por crack chupava meu pau. É frequente o bairro sofrer devido aos vazamentos de esgotos pelas ruas, o que torna o cheiro do bairro ainda mais fétido que o normal. Na segunda parte do bairro, apelidada de suvaco da cobra, as mulheres andam com o peito para fora e as ruas são umas ladeiras imensas, onde se você perder o freio pode cair em um buraco cuja mata dá origem ao apelido do bairro.

Dona Edith de Campos Fávaro

O bairro de Paulínia que há até pouco tempo atrás era a menina dos olhos do Jesus Negão. De acordo com o censo do IBGE, de cada 100 pessoas que moram nesse bairro 90% são pretas, 9%$ são morenas e o outro 1% não foi ouvido pelo recenseador por que na rua onde moravam os traficantes proibiram a entrada de estranhos. Na praça principal do bairro frequentemente a população se reúne para praticar suas atividades favoritas: jogar futebol, traficar e assaltar visitantes. Nesse bairro mora os mais malandros de todos os malandros da cidade, Max1.000iano e Dois Éllis, esse último alto-intitulado bandido de estilo.

Monte Alegre e Jardim Flamboyant

A Itaquera paulinense. Nesses bairro a bandidagem toma conta de tudo e de todos. Até há alguns anos atrás estavam no topo da lista de população, até ser passado pelo São José. Algumas putas fazem umas ponta pela Antônio Batista Piva, e também é comum perseguições policias. Os moradores do bairro possuem a malandragem na veia, estudos tentam compravar se o gosto pelo crime é genético. Entretanto, no bairro mesmo não ocorre grandes adversidades, pois seus moradores preferem assaltar os riquinhos da Bressani ou os pobres honestos do José Paulino Nogueira. Quando o cinto aperta, fazem grandes arrastões no centro da cidade.

Jardim de Itapuan

Reduto dos ricos. Nesse bairro moram os frequentadores paulinenses do theatro e do Paulínia Shopping, além da maioria dos paulinenses que viajam para fora. Estudos procuraram descobrir o motivos de eles não saírem desse fim de mundo, e resultados preliminares chegaram a conclusão de que eles precisam ficar no município para poderem usufruir do dinheiro da Replan, caso contrário não conseguirão renda suficiente para manter-se. Inúmeras vezes tentaram transformar o bairro em um condomínio, mas representantes de favelas próximas (como o Monte Alegre e a parte traficante do Calegaris) conseguiram impedir tal feito.

Distrito de Betel

Localizado no sudeste de Paulínia, a localidade foi tomada judicialmente de Barão Geraldo em 1993. Nesse ano, a filha de Pauline Bonaparte, Judite Maria Sude Leans de Bonaparte, estava tendo um caso com o líder de Barão Geraldo, Mônico de Satura Resende. Como ele a abandonou, ela jurou se vingar (claro) e, seguindo as dicas que sua falecida mãe lhe dera em casos assim, processou seu amante. O caso foi julgado pelo Juiz Márcio Gaúcho, filho do Juiz Lalau, que declarou culpado o Senhor Resende, que teve de dar várias terras a sua ex-amante. As terras perdidas correspondiam a 5 fazendas pequenas e uma vila denominada Alvorada Parque. Atualmente a região concentra mais indústrias químicas que lançam toneladas de massas de ar tóxicas, que vão para Barão Geraldo.

Clima

O dia em que a Replan explodiu.

Paulínia é um município onde você deve tomar cuidado quando sai de casa, pois pode ser atingido por uma chuva ácida. Por isso os paulinenses geralmente utilizam trajes típicos especiais contra esse fenômeno. Especialmente no São José (percebeste como este bairro é fudido?) e Cascata, nuvens carregadas de ácido sulfúrico despejam litros e mais litros de ácido sobre as residências e ruas. As casas, preparadas para esse clima, não são muito afetadas. Mas as ruas, ainda pavimentadas com asfalto convencional, sofrem muita degradação, surgindo assim buracos típicos nessa região.

A temperatura geralmente é elevada, em razão de um foguinho que a Petrobras mantém aceso 24 horas por dia, sete dias por semana, faça chuva ou faça sol. Deve-se tomar o cuidado de não tomar banho entre as dez e as dezoito horas, pois os raios cianídricos vindos da atmosfera paulinense podem contaminar a água da caixa e o banhista corre o risco de se desintegrar. Mas estudos revelam que o paulinense possui um gene específico que o torna mais resistente à produtos desse tipo. Assim, é comum encontrar fumantes viciados desde os dez anos e que vivem até os 80 anos de idade.

Fauna e flora

Imagem do raro macaco dos olhos vermelhos mascando uma planta nativa.

Nunca foram elaborados estudos específicos sobre a fauna e flora locais, mas através da análises de excrementos e resíduos urinais foi constatado que as plantas e os animais de Paulínia são adaptados à regiões desérticas e podem respirar na água. Isso por que como a água de Paulínia é intragável, eles não podiam beber muito; e como o ar é irrespirável, tiveram de achar uma alternativa nos raros locais onde na água há oxigênio.

A biodiversidade de Paulínia é muito grande, e conta com inúmeras espécies endêmicas. Uma delas é o macacodos olhos vermelhos, que habitava originalmente as florestas do São José, mas que corre o risco de extinção com a substituição das florestas locais por plantações de maconha. Aliás, uma planta típica de Paulínia é justamente a Cannabis sativa, conhecida popularmente como "pé-de-maconha". No município há grandes áreas produtoras, principalmente na zona Norte.

Relevo

O relevo de Paulínia é composto por altos e baixos. É comum encontrar ruas que nem carro consegue subir e locais onde bicicletas atingem 100 km/h sem necessidade de pedalar. Há em alguns lugares buracos que são inundados quando chove devido à ausência de bueiros. Também há casos de enchentes em bairros que ficam em níveis abaixo de rios, e que por isso enchem mesmo na estiagem, só por causa de uma chuvinha em Atibaia.

População

Moradores de Paulínia em trajes típicos, em uma atividade cotidiana de jogar o lixo fora.
Paulinenses sacaneiam cosmopolense enquanto ele dorme.

A população de Paulínia é bastante variada. É composta de vários tipos, como os piauienses, pernambucanos, manos e caipiras. Eles costumam comer arroz com feijão, e geralmente nos finais de semana curtem uma pizza ou um cachorro quente, e também ingerem muito pastel com caldo de cana. Os paulinenses costumam se reunir para confratenizar na praça São Bento e na Praça Matriz, onde comem pastel e jogam um carteado. Um estudo da Unibambi constatou que eles possuem uma região no cérebro que torna-os menos sociáveis com seres diferente deles. Mas eles possuem uma grande interatividade entre eles, fazendo grande festas, como por exemplo, a Paulitália, um evento em homenagem aos italianos, extintos na região. Pessoas de fora tem extrema dificuldade em se socializar com os paulinenses, por que não conseguem se adaptar a cultura e nem aprender o dialeto deles.

Em Paulínia é forte o preconceito em relação aos vizinhos Cosmópolis e Sumaré. Especialmente os primeiros, são tratados como extremos favelados pobres e que roubam empregos dos paulinenses. Por que Cosmópolis não tem emprego, e todos eles trabalham em Paulínia. Inclusive há uma piadinha muito comum entre os paulinenses, que diz:

Cquote1.png O que é um preto num fusca indo pra Cosmópolis? Cquote2.png
Charada paulinense

Eis que a resposta é muito simples e elementar:

Cquote1.png Nada, pois preto não é gente, fusca não é carro e Cosmópolis não é cidade! Cquote2.png
Resposta da charada paulinense

Essa piada tem outra versão, que troca Cosmópolis por Sumaré. Além das piadinhas, é muito comum a ocorrência de pegadinhas com os vizinhos, como a colocação de animais em suas marmitas e ventiladores nos bueiros de ruas onde passaram as cosmopolenses.

Dialeto

Em Paulínia fala-se um dialeto surgido da junção dos dialetos petrolês, pobreguês, poluiguês, manês, caipirês e nordestinês. Alguns denominam esse dialeto de paulinês ou paulinensês. Eis um pequeno glossário de paulinês para consulta:

Português Paulinês
Oi tudo Bem? Eae firmezão sôh?
Colegas, vêm aqui! Cola aqui mano!
A palha está queimando? A paia tá ardeno?
Você! Cê!
Oi meu amigo, como estás? Eae mano, como cê tá?
Vamos ao campo? Vamu lá no matão?

Vestuários

Vestuário dos paulinenses

O trajes típicos dos paulinenses são roupas de borracha e com muita proteção contra produtos tóxicos e ácidos. Elas são altamente confortáveis e permitem uma grande interação entre os habitantes e o meio ambiente. Um concurso realizado em São Paulo elegeu as roupas paulinenses o traje mais bonito do interior do Brasil.

A maior parte das roupas usadas em Paulínia são fabricadas com tecnologia ucraniana e matéria prima russa. As peças são produzidas em sua maioria no exterior, mas há estudos visando a instalação de uma indústria de roupas no bairro Bonfim, para diminuir os preços para o consumidor.

Economia e comunicações

Em Paulínia há uma fábrica de rações que a principal fornecedora de alimentos do município. A economia gira em torno da produção de bebidas petrolíferas, como a gasolina, e também da produção de maconha e folhas de coca. Grande parte do dinheiro da prefeitura vem de subornos e multas das indústrias poluidoras, além de assaltos à prefeituras vizinhas. Mas vale lembrar que parte do dinheiro que é da prefeitura por direito não chega aos cofres públicos, sendo "perdidos" pelo meio do caminho.

As comunicações em Paulínia são muito avançadas em relação à tribos indígenas como Bertioga e Niterói. Os sinais de fumaça emitidos frequentemente pelas fábricas possibilitam a comunicação entre todos os habitantes da cidade. Bairros como Marieta Dian, que ficam legalmente em outra cidade, precisam de um meio de comunicação próprio, e por isso se registram grandes números de queimadas em terrenos e carros estacionados. A venda de fósforos e carvão é uma fonte de renda importante, ainda que muitas pessoas ainda utilizam pedras ou pauzinhos para acender fogueiras.

Outra grande fonte de renda para o município é a Paullinywood, onde se localiza o único shopping center da cidade, e os únicos locais de entretenimento granfino, como o theatro (com h mesmo) e a Escola Magia do Cinema. Nessa região grandes cineastas vão para filmar seus filmes e descolar um dinheirinho da prefeitura. Aí os riquinho do Itapoã se reúnem quando não querem viajar para o exterior ou mesmo para outra cidade melhorzinha.

Filmes produzidos em Paulínia

Fonte: Paulínia Níus

Política

Paulínia era uma Anarquia até a chegada dos imigrantes nordestinos, especialmente os baianos. Um baiano invocado, chamado Edson, dominou a população e impôs seu governo. Durante 12 anos (com uma interrupção que durou quatro anos, quando um amigo dele, habitante do lar dos velhinhos, ocupou o seu lugar devido a problemas pessoais) ele dominou a cidade com mãos de ferro e impôs várias situações, como a construção de estátuas de mulheres nuas e de portais em estilo campineiro. Também foi notório a construção de ruas e avenidas desertas, rotatórias e da Paullinywood.

Seu poder foi ameaçado várias vezes por um grupo GLS lulês chamado AMO Bofe, liderado por um homossexual conhecido como Cara-de-Cavalo. Mas milagrosamente ele repreendeu todos os movimentos. Logo no início da sua ditadura ocorreu uma tentativa de tomada de poder por um cidadão chamado Zé Pavão Lezinho. Mas a tentativa foi frustrada e o primeiro dominou o lugar.

Alguns anos depois, o ex-guerrilheiro Zé resolveu se aliar com Edson para disputar uma fatia do poder. Quando Edson anunciou sua renúncia, ele ocupou o seu lugar e deu continuidade aos projetos anteriores.

O governo de Paulínia é composto por vários tipos de cargos, cujos ocupantes recebem muito pra coçar o saco. Um exemplo é a Secretaria do Bom Ar, cuja função é manter o ar de Paulínia nos padrões rurais. Há também o Departamento de Aniquilação, responsável por aniquilar aberrações genéticas que surgem no município.

Vizinhança e relações externas

Três babacas: um paulinense (o que cutuca), um sumareense (o que é cutucado e parte pra ignorância) e um cosmopolense (o que apanha) na Escola Técnica de Paulínia.

A estrada que vai de Campinas até Paulínia, o dito Tapetão (de buracos), leva a uma série de cidades completamente desinteressantes, como Cosmópolis, Artur Nogueira, Engenheiro Coelho e Conchal. Se você cair lá por engano, retorne para gastar menos gasolina e não ser morto a pauladas em confrontos entre polícia e os favelados desses lugares. Há uma grande circulação de cosmopolenses em Paulínia, mas eles ficam fora de combate quando estão longe da Rua Campinas ou da Avenida Ester.

Paulínia realiza extenso intercâmbio com Cubatão, que sempre entra pela frente, restando a Paulínia, então, entrar por trás. Mas nada é tão significativo como o comércio de petróleo contrabandeado da Venezuela e da China. O Paraguai, a Bolívia e a Colômbia também é um importante parceiro no fornecimento de sementes de maconha e de coca, que são plantadas pela cidade. Paulínia é grande fornecedora de produtos industrializados, como LSD e Êxtase.

Curiosidades sobre Paulínia

  • A maioria das pessoas que leem esse artigo são Paulinenses
  • Os autores desse artigo são paulinenses
  • Eles são loucos, eles cheiram uma folha de bananera junto com o Slash
  • A segunda maior parte de contas no Orkut vem de Paulínia
  • Chuck Norris já visitou Paulínia.
  • Em Paulínia que se é feito a bebida mais consumida do mundo:Gasolina.
  • É aqui que leciona o maior professor de Geografia do mundo, professor Tonzão!
  • É aqui que tem a maior plantação de maconha!
  • Único lugar do mundo em que existe plantação de grama.
  • As nuvens não tem água aqui.
  • Em Paulínia tem uma fabrica de ar condiocionado (Ele é tão bom que é proibido em 76 cidades diferentes).
  • Em Paulínia as pessoas falam Português, mas com os dialetos Pobreguês, Poluiguês e Petrolês.
  • A cada 100 pessoas que nascem em Paulínia 100% são Paulinenses
  • Paulínia tem tanto entretenimento que seu shopping é o único supermercado dominante na cidade.
  • O único acontecimento na cidade que apareceu no Jornal Nacional, foi o raio que atingiu a replan, e que causou prejuisos incomparáveis, mas mesmo assim, na hora da reportagem estavam todos pulando e gritando, querendo se aparecer.
  • Em Paulínia existem dezesseis semáforos
  • Já foram contados mais de 35 rotatórias em Paulínia
  • Paulínia possui muitos bairros famosos, como o São José e o Bom Retiro, centros da maconha, e o Morro Alto e o Leonor, centros dos maconheiros.

Óia também

Hino dos Bairros de Paulínia

Fui lá no João Aranha caçar homem, não achei
Só achei vários baitolas que comi e me esbaldei
Fui ali no Morro Alto ver um belga, não encontrei
Só encontrei uma cambada de preto que desprezei
Fui ali no Marieta comprar casa não achei
Só achei muito mato por todo lado, cansei
Fui lá no Bom Retiro ver um gênio, não encontrei
Só achei um monte de burro, loira, feio e português
Fui lá no São José comprar droga, e achei
Fumei e cherei pra caralho, e agora me ferrei


v d e h
PAULÍNIA