Al-Shabaab

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Cptislamico.jpg الله وحده هو الله وهتلر رسول الله

Al-Shabaab é Muçulmano! Isto significa que ele(a) acredita em Alá, Maomé e no Gênio da Lâmpada, além de adorar se explodir.
Este artigo foi trazido por Muhammad e seu autor é membro da Mesquita Universal.

Al-Shabaab é uma filial da Al-Qaeda na África, formada por ex-piratas que atuavam contra o anarcocapitalismo no ensino da Somália a fim de implantar madrassas, grupo aliado e irmão do FEMEN, PETA, Cruz Vermelha, WTO (World Terror Organization) e Estado Islâmico.

O grupo surgiu após a dissolução do Conselho Supremo das Cortes Islâmicas, um grupo de barbudos fanáticos que visavam construir uma muralha em torno da Somália e obrigar todas mulheres do país a viverem cobertas em seus panos de mesa do Corinthias. Revoltados, membros mais radicais entraram na clandestinidade e formaram o Al-Shabaab, grupo marcado por cometer crimes hediondos contra os direitos humanos, bombardeando embaixadas, roubando navegações, tomando reféns, tráfico de drogas e tráfico de armas.

Atuações[editar]

Bela concepção da bandeira do Jolly Roger pelo Al-Shabaab.

Os membros do Al-Shabaab começaram a perceber as baixas notas de seus filhos, para sanar isso, os pais resolveram banir as escolas do país e mandar seus filhos a levaram fuzis AK-47 para a escola. Como resultado, a Al-Shabaab sofreu sanções da ONU, o que representou um período de longas, mas em grande parte ineficazes oficinas e apostilas sobre os problemas de consumo de álcool, drogas, genocídio, perfuração do corpo e do terrorismo internacional.

O Al-Shabaab ganhou notoriedade no final do século XX, quando passou a ser conhecido como uma organização marcada pela grande quantidade de atos covardes cometidos. Um de seus primeiros atos foi fazer juízes do Oscar reféns, e em 1998 obrigá-los todos para dar ao terrível filme Titanic um total absurdo abusivo de onze Oscars, incluindo o de melhor filme. O Al-Shabaab estava plenamente consciente de que isso iria causar um alvoroço entre os nerds cinéfilos do mundo e desestabilizar totalmente o mundo ocidental. A ideia deu tão certo que em 11 de setembro de 2011 eles nem viram dois aviões chegando em Nova York.

Foi confirmado também que o Al-Shabaab também tem ações com terrorismo biológico, sendo eles os grandes responsáveis pelo o que foi considerado "Febre Bieber" que assolou a América do Norte mergulhando o continente rival num atraso mental quase que irreversível. O Governo estadunidense tem abordado estas ações com cautela, e em associação com a rede de TV AMC, decidiu lançar na programação um programa de sobrevivência a apocalipses zumbi abrangente intitulado The Walking Dead projetado para ajudar as pessoas normais a sobreviverem a Febre Bieber.

Em 2015, defendendo a analfabetização do mundo, por considerar a escrita uma obra herege do avanço científico o que é um sinal de ateísmo, o grupo atacou uma universidade no país vizinho Quênia onde chacinou todos alunos que tivessem notas médias superiores a 6 (ou seja, todos que não eram muçulmanos), resultando num total de 148 mortes.