São Fernando (Rio Grande do Norte)

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São Fernando é uma pequeníssima corrutela de nada isolada no meio do Seridó (região inóspita do interior potiguar) que tem como sonho ser como Caicó, mas jamais chega nem perto dos agitos encontrados na megalópole seridoense (Caicó), ficando assim São Fernando fadado ao ostracismo, sendo só uma cidade isolada vistada apenas por quem se perdeu a caminho de Caicó.

História[editar]

Localidade fundada por um padre chamado Rafael Fernandes em 1872 (só não pergunte o motivo), o primeiro nome do vilarejo era Pascoal pois foi criado na páscoa, mas esse nome não era agradável e por isso não durou muito. A mudança de nome, certamente veio do egocentrismo do padre que fundou aquela joça, que não apenas botou seu nome no vilarejo, como botou como se fosse um santo.

Foi em 1958 que a pequena corrutela adquiriu a sua independência de Caicó, ex-município sede que sempre cagou para São Fernando, muitas vezes literalmente deixando o esgoto descer rio Seridó abaixo até São Fernando. A partir de então, tudo o que São Fernando passou a ser é só inveja pura de Caicó.

Geografia[editar]

Localizado no Seridó, ao norte de seu território está um deserto pertencente à Paraíba onde não tem nada, e ao sul a cidade de Caicó. Longe das importantes rodovias federais e estaduais, o principal ponto de referência é o rio Seridó, que é um riacho nada imponente, mas que para os padrões potiguares é o maior rio jamais visto.

População[editar]

Com uma população minúscula de 3000 habitantes, é todavia a cidade potiguar com a maior quantidade per capta de "velhinhas das calçadas", grupo de idosas cuja vida é falar dos vizinhos, duvidar da sexualidade do filho de fulano, falar que a filha de fulana está grávida, brigar com os filhos dos vizinhos por estarem fazendo zuada nas portas de suas casas e etc.

Transportes[editar]

Cidade super movimentada

Com uma rápida olhada no mapa da cidade, com muita generosidade contamos um total de 20 ruas ali existentes, sendo a mais importante a Avenida Capitão José Inácio, pois é através dela que se passa por um portal dimensional e assim sai da cidade teletransportando para um ambiente que acredita-se ser a Lua, devido às enormes crateras encontradas no asfalto.

Ainda não se sabe porque existem ruas em São Fernando, pois se alguém ver mais de dois carros andando num mesmo dia é muito. Mas por isso, se você tem aquele carrão, ou até mesmo aquele PELOMENO (pelo menos não ando a pé) é considerado o bichão da cidade. Pode ser a criatura mais feia do mundo, pode ser um homem sem cérebro e nem cabeça, mas se tem carro, você é o “cara”.

Cultura[editar]

O cotidiano são-fernandense começa com o cidadão levantando de manhã bem cedo e abrindo as portas, sai na calçada, vê se tem alguém lá fora para começar o dia com aquela fofoca fresquinha. Como existem as (os) fofoqueiros de plantão, a fofoca sai quentinha pela língua ( forno da hora), mas às vezes a decepção bate, quando sua (seu) companheira (o) das fofocas de toda hora está com o linguado ( melhor dizendo , língua solta) cansado. Que deprimente em amigo, mas é da vida as decepções. Então o são-fernandense come no almoço enquanto fofoca com quem está em casa: "Você viu a roupa daquela mulher na missa ontem? Que ultraje". Este é um resumo da pacata São Fernando.