Seleção de Sealand de Futebol

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Google sobre Seleção de Sealand de Futebol
Cquote1.png Experimente também: 4 de Julho de Piripiri Cquote2.png
Sugestão do Google para Seleção de Sealand de Futebol
Cquote1.png Sealand treina em campos de aço. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Seleção de Sealand.
Cquote1.png Aí não vale, nós não estamos acostumados com a grama. Cquote2.png
Jogador sealandês depois de perder para o Vaticano.
Cquote1.png Ni, ni, ni? Cquote2.png
Cavaleiros que dizem Ni sobre Seleção Sealandesa.

Estádio de Sealand. Note a qualidade do gramado no meio de campo.

A Seleção de Sealand de Futebol é a melhor seleção nacional de futebol entre os países localizados em ilhas metálicas de todo o mundo. O principal título conquistado por ela foi de W.O, na Copa Intercontinental de Micronações, campeonato disputado também por Aeterna Lucina, Atlântida e o Império Aericano. O primeiro se classificou mas não participou por que morreu dias antes do torneio; o segundo foi convidado mas não pode comparecer às partidas; e o terceiro foi boicotado pelos Estados Unidos. Resta lembrar que Sealand só venceu o torneio por que o mesmo foi sediado em seu estádio, caso contrário também seria boicotado pelo Reino Unido.

Origem[editar]

Em 1900 e guaraná com rolha, o príncipe Roy Bates deciciu criar um órgão para promover o esporte entre ele e os seus amigos. Nascia a Sealandish Sport. Esse órgão se encarregava de cuidar do estádio de Sealand e de montar times de vários esportes. Era comum a mesma pessoa ser jogadora de vôlei e futebol ao mesmo tempo. Quando, em 1999, Michael de Sealand assumiu o trono, decidiu dividir o organismo em dois, um para o vôlei e outro para o futebol.

O primeiro jogo foi contra a seleção municipal de Berlim, em casa. O resultado de 7 a 0 para o adversário acabou criando um confronto que fez um dos torcedores berlinenses tentasse dominar o território e fazer todo mundo de refém. Ao saber da situação, o príncipe Roy, que se encontrava ausente, voltou para casa e prendeu o alemão.

Depois disso, Sealand teve outros encontros, contra seleções como a san-martinense, a turco-caicense, a vaticana, a pontepretana e a marciana. Os bons resultados fizeram o país ser reconhecido internacionalmente como terra de retardado que não tem o que fazer e fica viajando um local de relativa importância futebolística.

Atualmente[editar]

Hoje em dia a seleção sealandesa tem permitido a entrada de jogadores de outros países, como Inglaterra e França, devido à exigência da FIFA de que cada seleção deve ter 23 jogadores. Sealand possui 20 habitantes, e nem todos jogam futebol, seja pela idade, seja pelo talento nulo (Acredite, todos os jogadores sealandeses tem um talentosinho, nem que seja bem pequeninho). Tal fato foi possibilitado por uma autorização especial da FIFA, que permitiu que Sealand jogasse com jogadores sem nacionalidade sealandesa.

Jogos inesquecíveis[editar]

Partida entre a seleção sealandesa e a seleção faeeroesa.
  • Sealand 0 a 7 Berlim (Primeiro jogo)
  • Sealand 5 a 0 Kur-it-Ybah Selesiónh (Maior goleada aplicada)
  • Sealand 0 a 0 Molossia (Primeiro jogo após a reforma do estádio, destruído pelo incêndio de 2006)
  • Vaticano 22 a 4 Sealand (Jogo para ser esquecido, mas que ainda lembram)

Atual plantel[editar]

  • Goleiro: John Mother (Sobrinho do Roy)
  • Lateral esquerdo: Pierre Monté (Jogador da quarta divisão da França, que não foi convocado pela seleção de seu país)
  • Zagueiro: Michael Jackson Payton (Amigo da família real)
  • Zagueiro: Louis Carl (Coordenador técnico dos geradores)
  • Lateral direito: Richard York (Jogador da quarta divisão da Inglaterra, idem acima)
  • Volante: Diogo Fernão (Embaixador brasileiro em Sealand)
  • Meia: Peter Bates (Irmão do príncipe Michael)
  • Meia: Karl Bates (Parente de Michael)
  • Meia atacante: Roger Goldman (O melhor jogador da equipe, descoberto num dos depósitos da ilha fazendo embaixadinhas)
  • Atacante: Paul Schümutts (Possui dez anos de idade)
  • Centro-avante: Mirtes Povoa (única mulher da seleção, convocada por não haver mais homens disponíveis)

Mando de jogo[editar]

A seleção manda seus jogos na Arena Central, estádio sem arquibancadas localizado na região central do país. O fato de o estádio ser aberto favorece alguns incidentes, como alguém chutar a bola forte e ela acabar caindo no mar. Quando isso ocorre, procura-se outra coisa para ser usada como bola ou então encerra-se a partida.