Turuçu

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Gnome-searchtool blue.png Turuçu é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Quando o fim do mundo chegar, esta cidade não vai ser destruída.

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Turuçu é uma cidade que possui o incrível fato de ter o maior artigo para uma cidade com menos de 5 mil habitantes na Wikipédia, que é o limite que separa uma cidade de ser medíocre ou não. Apesar de que insignificante está mais certo. A cidade também tem um nome de capital idiota e é a típica praia do Rio Grande do Sul que ninguém se lembra.

Fatos[editar]

A julgar pelo tamanho da cidade, é provável que você consiga deduzir as seguintes informações ao passar por lá (confie nestes dados, já que na cidade não existe um centro oficial de informações para você consultar):

  • É possível conhecer a cidade inteira em 1 hora de passeio.
  • A cidade tem playboys (filhos de políticos e de fazendeiros da área rural) que se reunem em alguma das poucas praças da cidade para ligarem o som no máximo, pegarem uma garrafa de Coca-cola para beber, enquanto ouvem sermões dos idosos, os quais são as únicas pessoas que se vê caminhando pela cidade durante o dia. Vida noturna e badalação são inexistentes em Turuçu.
  • A cidade não tem Internet, nem discada, tampouco TV a cabo. Internet 3G e sinal de celular, então, é algo utópico e jamais visto nas imediações desse município.
  • A rede hoteleira conta apenas com algumas pousadas à beira da BR-116, identificáveis em meio à escuridão noturna da cidade por luzes vermelhas acima dos portões.
  • O comércio local depende de uma mercearia (antigamente, empório com secos e molhados) para todos os habitantes fazerem suas compras.
  • Depende fortemente das cidades vizinhas (Pelotas e São Lourenço do Sul) para o básico, apesar de ter saída para a Lagoa dos Patos.
  • A balneabilidade da costa de água doce (Lagoa dos Patos) de Turuçu é questionável. O lodo produzido pela cidade é despejado diretamente pelas sarjetas no arroio "Grande" (tradução do nome indígena que mais tarde batizou o município como "Turuçu"), o qual desagua na Lagoa dos Patos sujando toda a praia. Esse fato é questionado pelas autoridades locais, contudo várias espécies de animais já apareceram boiando mortas nessas águas.
  • Não há edificações com mais de 3 andares por lá, pois foi comprovado que o solo em que foi erguido Turuçu é o resultado da sedimentação das fezes produzidas por cavalos e vacas que foram carregadas pelos arroios e rios da região por sobre a área central. Um estudo recente identificou também a sedimentação de fezes humanas (provavelmente dejetos de Pelotas descartados entre as décadas de 1950 e 1970) na área urbana de Turuçu, o que inviabilizaria a construção de edifícios elevados e pesados.

Economia[editar]

A economia é em grande parte decidida por disputas políticas. Fazendeiros da colônia e vereadores se envolvem em frequentes entreveros na praça principal da cidade para decidir qual será o produto semeado para a próxima safra: pimenta ou morango. Mais de 300 pessoas já morreram em decorrência desses distúrbios. Nas terras do município é possível praticar certa agricultura (basicamente produtos nojentos misturando morango e pimenta), muito favorecida pela sedimentação de cocô citada na seção anterior. Como sempre está defasada em relação aos municípios vizinhos, Turuçu ainda aposta na pecuária de minhocas e preás como matriz para complementação das receita da cidade.

A outra e pequena parte das finanças é de concessões a camelôs. O comércio é considerado uma merda para os padrões regionais. Nesse aspecto, a cidade teve um curto período próspero entre os anos 2000 e 2006 (período pós-rompimento do cabaço com a capital Pelotas), mas desde então vive dos altos e baixos das pouquíssimas lojinhas com roupas roubadas dos turistas e/ou doadas por idiotas de São Lourenço do Sul, bem como muambas e xinglings trazidas do Paraguai.

Turismo[editar]

O turismo turuçuíno depende muito de passeios para visitar as faraônicas estátuas de pimentas espalhadas pela área urbana do município. Os famigerados monumentos foram erguidos após 2005, após a cidade se consagrar pela produção dessa picuda especiaria.

Visitas as propriedades rurais dos produtores, quando os colonos estão de bom humor, também são responsáveis pelo lucro gerado pelo turismo local, no entanto, essa é uma atividade turística mais irregular por motivos óbvios.