Walter Clark

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Cquote1.svg Enfim, para não transformar isto numa lamúria, deixo registrado que a principal preocupação de sua vida era foder a minha Cquote2.svg
Walter Clark sobre Boni
Cquote1.svg O seu egoísmo é quase patológico Cquote2.svg
Walter Clark sobre Arnaldo Jabor
Cquote1.svg Neste episódio, ele demonstrou o mesmo senso ético que o levou a tirar a programação da TV Aratú e passá-la para Antônio Carlos Magalhães. Mas, desta vez, ele ganhou a NEC de presente... Cquote2.svg
Walter Clark sobre Roberto Marinho
Cquote1.svg Serviu-nos como um instrumento para puxar o saco do patrão e deixá-lo feliz conosco. Cquote2.svg
Walter Clark sobre a Fundação Roberto Marinho
Cquote1.svg Filho da puta!!! Assim que ele me agradece???? Cquote2.svg
Roberto Marinho sobre Walter Clark
Cquote1.svg Usei as folhas da biografia dele pra limpar minha bunda. Cquote2.svg
Boni sobre Walter Clark
Cquote1.svg Você está despedido! Cquote2.svg
Carta de Roberto Marinho sobre Walter Clark
Cquote1.svg Enfia essa porra no cu! Cquote2.svg
Walter Clark sobre carta de Roberto Marinho

Walter Mercado Clark Kent foi um produtor e executivo de televisão. Aliás, pode-se dizer "um dos responsáveis por existir a Rede Globo", junto com Boni e outros patetas desocupados diretores.

O Início[editar]

No início de tudo, o jovem Walter detestava televisão. Seu negócio era rádio. Seu pai, como técnico de consertos de aparelhos eletrônicos, fez muito fio terra contribuiu para despertar o interesse do jovem Walter na mídia radiodifusora. Iniciando sua jornada na Rádio Tamoio, no Hell de Janeiro, passou por vários empregos e nunca conseguia trabalhar mais do que 6 meses, vindo a passar muito tempo sobrevivendo com o Seguro Desespero que recebia.

Lá pelos idos de 1900 e guaraná com rolha, arrumou um emprego de assistente do auxiliar de faxina na TV Rio, vindo a conhecer, a partir de então, as filhadaputices técnicas necessárias para transformar a televisão, até então um negócio que só quem era fodão tinha, numa potência para subjugar e controlar a mente.

Depois de 10 anos trabalhando naquela espelunca, vendo que puxar o saco do patrão não estava adiantando, porque ele continuava com o mesmo cargo, ganhando a mesma merda remuneração, resolveu aceitar o convite de Dom Roberto Azul Marinho, para transformar sua estação de TV, que estava fodida falida, numa potência para subjugar, controlar e derreter a mente.

Rede BoboGlobo[editar]

Foi aqui que o jovem (nessas alturas, nem mais tão jovem assim) Walter começou a moldar o que seria a maldição da Rede Globo. Com uma enxurrada de dinheiro que os americanos do grupo Time-Life jogavam nas mão de Dom Marinho, seus sócios na empreitada, o nem-mais-tão-jovem-assim Walter pôde fazer e acontecer, do jeito que queria, como queria, contratando quem quisesse e <botando na bunda dos concorrentes alavancando a Rede Globo como a maior melhor emissora do país (ou não).

Depois de quase 12 anos trabalhando que nem um filho da puta arduamente, Dom Marinho se encheu o saco do agora-com-certeza-nem-um-pouco-jovem Walter e o mandou tomar no cu comer em outra freguesia. Diz a lenda que Marinho se ressentia pelo fato de Walter traçar tudo o que era mulher que aparecia (inclusive, dizem as más línguas, arranjando um rolo com uma amante de Dom Marinho - que ainda, pelo que consta, a dita respeitosa senhora teria gostado muito mais de seu affair com o agora-com-certeza-nem-um-pouco-jovem Walter, já que a pipa de Dom Marinho não subia mais).

Fudido mas muito bem pagodesempregado, o de-meia-idade Walter foi procurar o que fazer, tendo-se envolvido em projetos ligados a cinema, futebol e redes de televisão deseducativas, que nunca saíram do papel. Trabalhou com Arnaldo Jabor, Luis Carlos Barreto e dirigiu o Fluminense.

Seu último emprego foi como superintendente da fundação BoqueteRoquete Pinto, no início dos anos 90. Foi pra casa do caralho encontrar-se com o Criador em 1997, devido a um ataque cardíaco, depois de ter passado 15 horas seguidas comendo uma mulher não identificada

Livro[editar]

Em 1991, o idoso Walter escreveu, em parceria com Gabriel Priolli a autobiografia "O Campeão de Analdiência", onde contava a trajetória de sua vida pessoal e profissional além de fuder meio mundo, contando podres e filha-da-putices de todo mundo. Curiosamente, nota-se que ainda mantém um carinho por Dom Marinho, posto que é um dos poucos que se salvam da detonação das críticas.